Gravidez depois dos 30 – Dúvidas e possíveis caminhos sobre fertilidade feminina

Gravidez depois dos 30

Surgida após a publicação do livro A Mulher de Trinta Anos, do escritor francês Honoré de Balzac (1799-1850), a expressão balzaquiana tornou-se popularmente conhecida como uma forma de se referir à mulher que já completou três décadas. À época de seu lançamento, a personagem era considerada uma mulher “madura”. De lá para cá, o mundo mudou bastante: entre outras coisas, as mulheres ocuparam novos espaços no mercado de trabalho, conquistaram direitos e seguem em luta. Mudou também a vivência de acordo com as faixas de idade. Hoje em dia, aos trinta muitas mulheres estão apenas começando a trilhar seus caminhos (profissionais, em relacionamentos afetivos, na continuidade dos estudos, etc.), a vida segue em plena atividade. Mas e o relógio biológico?

O que acontece quando mulheres que desejam gerar um filho decidem postergar a gravidez?

O intervalo entre 25 e 35 anos é considerado ainda o auge da vida reprodutiva da mulher. Isso porque ela nasce com uma determinada quantidade de óvulos, que vai diminuindo ao longo dos anos, uma vez que são eliminados sem que novos sejam “fabricados”. Sendo assim, mesmo que a mulher balzaquiana tenha uma vida saudável, sua reserva ovariana será menor que a de uma mulher na faixa dos vinte. Com o avanço da idade, piora também a qualidade dos óvulos e aumentam as chances de abortamento espontâneo e os riscos à saúde da mãe e do bebê. O receio de postergar uma gestação e arriscar a fertilidade é, portanto, justificável, mas não deve ser motivo de pessimismo, de forma alguma! Segundo o IBGE, entre 2003 e 2012 a incidência de gravidez entre 35 e 39 anos no Brasil aumentou 26,3% e, entre 40 e 44 anos, cresceu 17,6%. Em 2015, 30,8% dos nascimentos já se concentravam em mães de 30 a 39 anos, uma tendência que parece se confirmar nos próximos anos.

Conte com orientação profissional

Para quem planeja engravidar um pouco mais madura, vale a pena consultar um(a) ginecologista, realizar alguns exames iniciais (como ultrassonografia vaginal e contagem dos folículos antrais – CFA) e se informar mais. É importante, por exemplo, que os níveis de ácido fólico e de vitaminas D e B6 estejam adequados. Para quem já está buscando engravidar, a tecnologia médica dispõe de ferramentas de monitoramento da ovulação para que casais possam se programar. Existem testes de farmácia que são capazes de aferir – e, assim, orientar – tanto sobre o período fértil da mulher quanto sobre a contagem de esperma masculino. E vale sempre lembrar que hábitos saudáveis, como evitar o consumo de bebida alcóolica, não ser sedentária e não fumar podem não apenas aumentar as chances de uma gestação tranquila, mas também oferecer uma melhor qualidade de vida.

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